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Notícias

Pressão por ESG cresce após casos globais de não conformidade na cadeia de fornecedores Fonte: Comex do Brasil, 04/03/2026

Com o avanço das exigências de ESG e compliance no Brasil e no mundo, cresce também o escrutínio sobre como as empresas gerenciam riscos para além de suas operações internas. Casos recentes, como a ação movida em agosto de 2025 por organizações de direitos humanos contra a Tesla nos Estados Unidos (que acusam a empresa de trabalho forçado e “greenwashing” em sua cadeia de fornecimento de cobalto) evidenciam que falhas na gestão de fornecedores podem rapidamente se transformar em crises reputacionais e jurídicas. Nesse contexto, a governança corporativa, que antes se limitava à conformidade documental e à responsabilização interna, passa a exigir uma visão ampliada e contínua de toda a cadeia de valor.

Mesmo com políticas formalizadas e departamentos de compliance estruturados, muitas companhias ainda enfrentam dificuldades para mapear riscos ESG (ambientais, sociais e de governança) ao longo da sua rede de terceiros. A desconexão entre o discurso e a execução revela um ponto cego que pode comprometer não apenas a imagem institucional, mas também a saúde financeira do negócio.

“Há uma expectativa cada vez maior de investidores, consumidores e órgãos reguladores por mais transparência e responsabilidade em todas as etapas da operação. No entanto, a gestão de fornecedores ainda é vista por muitos como uma tarefa administrativa, quando, na verdade, trata-se de um eixo estratégico de governança”, comenta Carlos Butori, Country Manager e CCO da CIAL Dun & Bradstreet no Brasil.

- Um novo paradigma para a gestão de riscos

A exposição a fornecedores com baixa conformidade ou histórico negativo pode acarretar desde multas regulatórias até crises reputacionais graves. Casos de envolvimento indireto com trabalho análogo à escravidão, uso de matéria-prima ilegal ou emissões irregulares de carbono são exemplos de situações que já levaram empresas a enfrentar investigações e perder contratos importantes.

Nesse cenário, a análise de riscos na cadeia de suprimentos passa a exigir mais do que planilhas ou processos isolados. É necessário integrar informações, automatizar processos e aplicar critérios consistentes e auditáveis, especialmente em empresas com uma rede ampla e complexa de fornecedores.

Segundo Pedro Vieira Maciel, COO Brasil e Head de Produtos Latam, “o verdadeiro desafio não é apenas coletar dados sobre os fornecedores, mas sim transformá-los em insights confiáveis, acionáveis e em conformidade com as políticas internas da empresa. É isso que diferencia uma gestão de riscos reativa de uma gestão estratégica e preventiva.”

- Tecnologia como aliada da governança

Para responder a essa nova realidade, soluções como o CIAL360 Supplier vêm ganhando espaço nas áreas de compliance, compras e governança. A plataforma reúne funcionalidades de homologação, avaliação de riscos e due diligence contínua, integrando informações financeiras, jurídicas, reputacionais e ambientais em um único ambiente.

Além de dados próprios, o sistema da CIAL é alimentado por informações da base global da Dun & Bradstreet, a maior base de dados comerciais do mundo, com mais de 500 milhões de empresas monitoradas, incluindo listas de sanções, PEPs, ESG scores e mídia adversa.

- ESG e Compliance como prática contínua

Com a crescente complexidade do ambiente regulatório e a consolidação dos critérios ESG como exigência de mercado, a gestão de fornecedores precisa evoluir para acompanhar essa transformação.

A centralização de dados, o uso de indicadores de risco padronizados e a automação de processos de homologação e avaliação de fornecedores tornam-se, portanto, pilares essenciais para uma gestão ESG eficiente e escalável.

Segundo Pedro Vieira Maciel, “não basta saber quem é seu fornecedor. É preciso saber com quem ele se relaciona, qual sua exposição a riscos e como ele impacta os seus próprios compromissos de governança. Essa visibilidade é o que garante a integridade da cadeia.”

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