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A melhor forma de se organizar no dia a dia, segundo pesquisa Fonte: Exame, 01/02/2019

O modo de lidar com o tempo costuma variar de pessoa para pessoa. Há aqueles que precisam fazer listas para tudo, os que baixam aplicativos, os que não vivem sem a agenda e ainda os que se entendem bem convivendo com o caos.

Mas, de acordo com uma pesquisa iniciada em 2014 e que terá sua versão mais recente publicada em abril na revista científica Current Opinion in Psychology existem, essencialmente, duas maneiras de se organizar: seguindo o relógio ou os eventos que precisam ser realizados.

Essa é a teoria de Anne-Laure Sellier, professora associada de criatividade e marketing da HEC Paris, e Tamar Avnet, professora associada de marketing na escola de negócios da Universidade Yeshiva, de Nova York.

Para chegar a essa conclusão, a dupla de estudiosas se debruçou sobre a bibliografia da organização do tempo e fez experimentos com 60 voluntários. Segundo o estudo, esses dois estilos são os mais comuns por causa do desenvolvimento das sociedades, nas quais uma das duas maneiras sempre prevalece.

Se na maior parte dos países ocidentais o padrão é que o relógio controle a agenda das pessoas, no mundo árabe, por exemplo, uma reunião não acontece em um horário específico, mas quando os participantes se sentem prontos para começar — e se alguém der uma olhadinha nos ponteiros durante a conversa será considerado rude.

- Visões diferentes:

De acordo com Anne-Laure e Tamar, os regidos pelo relógio são “indiví­duos que dividem o tempo em unidades-padrão, objetivas e quantificáveis e permitem que o relógio dite quando as atividades começam e terminam”.

Um dia típico de alguém que se estrutura assim é bem parecido com o de Raul Perez, de 28 anos, coordenador de comunicação da SPcine, empresa de cinema e audiovisual da Prefeitura de São Paulo. De segunda a sexta-feira, ele acorda às 7h30, se arruma até as 8 horas e toma café da manhã em meia hora — assim consegue chegar ao trabalho no centro da cidade até as 9 horas.

Seus primeiros 90 minutos no escritório são dedicados a responder aos e-mails e a hora seguinte serve para analisar os resultados da equipe nos últimos dias. Religiosamente às 13 horas ele almoça. E assim o dia continua, no cronômetro. “Sempre me impus horários com o objetivo de dar conta de tudo. Mas foi quando me tornei coordenador que senti os maiores benefícios disso, principalmente para orientar a equipe”, afirma Raul.

Do outro lado estão aqueles que se orientam seguindo as tarefas que precisam executar. Nesse caso, segundo as pesquisadoras, o que rege a agenda é a conclusão das atividades — o início de uma tarefa depende da realização de uma tarefa anterior.

O francês Charles Vatin, de 28 anos, arquiteto de soluções digitais para a América Latina na companhia de tecnologia Keyrus, segue esse padrão. Sem horário fixo para dormir e começar a trabalhar — por causa dos diferentes fusos horários com os quais tem de lidar —, Charles começa seu dia entre as 8 e as 10 horas, dependendo do que precisa fazer.

“Toda manhã reviso minhas listas de tarefas pessoais e profissionais e ordeno as atividades por nível de prioridade. Começo o dia pela mais importante e, assim que a termino, passo para a seguinte. Uma acaba puxando a outra”, explica Charles.

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